Durante toda uma vida ouvi falar dele, imagino sempre que tem as mãos grandes de ternura, as faces rosadas e um sorriso rasgado no rosto, como quem não se preocupa com as coisas mínimas da vida.
Na minha cabeça faço cumes de ideias e cada vez que vejo aquela curva não me deixo de arrepiar, numa vontade desmedida que ela jamais tivesse existido. E é estranho sentir saudades de alguém que nem conhecemos. E então ainda foi no outro dia, num fim de tarde perfeito, com aquele calor típico do verão, onde o sol ganha a sua plenitude e estatuto máximo no céu, que se viraram para mim num tom longínquo do tempo que não volta. – Sabes Bruna, o teu avô teria agora a minha idade? Depressa me captou a atenção esse meu amigo, com o triplo da minha idade, que me fez perceber o quanto custou a liberdade com histórias sem conta e uma vontade de viver inquieta.
Senti um nó no estômago, desejando que pudesse mesmo ser verdade e depressa me correram, como quem corre em auto-estradas palavras, essas que me dizem quando menos estou a espera e em que ele é sempre o assunto. – Grande amigo, dos melhores homens que conheci, coração do tamanho do mundo, para ele estava sempre tudo bem. São estas as frases que vou ouvindo de boca em boca e cada vez que as oiço surge uma leveza que me faz flutuar para longe, e é das poucas vezes que sinto orgulho em mim, por me associarem a ti avô.
Na minha cabeça faço cumes de ideias e cada vez que vejo aquela curva não me deixo de arrepiar, numa vontade desmedida que ela jamais tivesse existido. E é estranho sentir saudades de alguém que nem conhecemos. E então ainda foi no outro dia, num fim de tarde perfeito, com aquele calor típico do verão, onde o sol ganha a sua plenitude e estatuto máximo no céu, que se viraram para mim num tom longínquo do tempo que não volta. – Sabes Bruna, o teu avô teria agora a minha idade? Depressa me captou a atenção esse meu amigo, com o triplo da minha idade, que me fez perceber o quanto custou a liberdade com histórias sem conta e uma vontade de viver inquieta.
Senti um nó no estômago, desejando que pudesse mesmo ser verdade e depressa me correram, como quem corre em auto-estradas palavras, essas que me dizem quando menos estou a espera e em que ele é sempre o assunto. – Grande amigo, dos melhores homens que conheci, coração do tamanho do mundo, para ele estava sempre tudo bem. São estas as frases que vou ouvindo de boca em boca e cada vez que as oiço surge uma leveza que me faz flutuar para longe, e é das poucas vezes que sinto orgulho em mim, por me associarem a ti avô.


Imagem: retirada da internet
Foto By E.M...
Fotografia fonte:




Queria apenas agradecer pelos bons momentos que vocês fizeram que eu vivesse.

P.S- Ficam a faltar fotos mas vocês, Rodrigo, Rafa, Nuno, Catarina...e todos os outros sabem...que o até já é para vocês também...